O questionamento da tradicional divisão entre os gêneros literários descendentes da estética clássica marcou presença ao longo de todo o século XX e permanece nesse começo de século. Nessa linha, a produção de Cidinha da Silva não deixa por menos ao rasurar com talento e inventividade as fronteiras existentes entre o conto e a crônica. E não é outro o perfil narrativo que encontramos nas páginas de O homem azul do deserto, coletânea que leva o crítico Marcos Antônio Alexandre a propor o conceito de conto-crônica para os textos presentes no volume.
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quinta-feira, 21 de março de 2019
Cadernos Negros 41
Produzida pelo mais longevo coletivo de escritores brasileiros – o Quilombhoje – a série Cadernos Negros chega ao quadragésimo primeiro número com nada menos do que 46 autoras e autores, entre jovens e veteranos como Cuti, um dos fundadores do coletivo e presença constante na publicação. A seu lado, tomam também a palavra, nomes conhecidos como Esmeralda Ribeiro, Fausto Antônio e Lepê Correia, a fazer companhia a Akins Kintê, Débora Garcia, Zaine Lima, Sergio Ballouk, Serafina Machado e demais poetas da nova geração. A coletânea recebe a leitura atenta de Gustavo Tanus.
domingo, 11 de novembro de 2018
Canção para ninar menino grande
Conceição Evaristo, uma das nossas maiores escritoras contemporâneas, anuncia o lançamento do seu novo romance, Canção para ninar menino grande, na FLINK SAMPA, que acontecerá entre os dias 19 e 21 de novembro. Em sua 6ª edição, a FLINK - Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra, terá lugar na Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo, com lançamentos e vendas de livros, quadrinhos e mangás, produtos de afro-empreendedores, além de atividades culturais para professores e estudantes de todas as idades, com palestras, debates e contações de histórias.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Fausto Antônio - No Reino da Carapinha
Em seus livros Memórias dos meus carvoeiros e No reino da carapinha, publicados em 2017 e agrupados num só volume, Fausto Antônio traz a rememoração da ancestralidade e da cultura negra em diálogo com a ficção. O autor é professor da UNILAB, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira e Doutor em Teoria Literária e Historia da Literatura pela UNICAMP. Ficcionista, poeta, crítico e dramaturgo, Fausto Antônio tem participação em várias edições dos Cadernos Negros.
Os Ibejis e o Carnaval
"A história se desenvolve na cidade do Rio de Janeiro a partir do nascimento das crianças, que são recebidas na família com festa. Seguindo a tradição dos grandes reinos africanos:
Como os ibejis, as crianças discutem, discordam, brigam. Num desses momentos, a avó os interrompe para lhes falar sobre as origens do festejo. Então, por entre os fios da experiente voz feminina outra narrativa se constrói, os gêmeos – e, por extensão, seus leitores – passam a tomar conhecimento de elementos significativos da cultura negro-brasileira. E, como os orixás-crianças, depois das brigas os irmãos acabam se entendendo e decidem entrar para a escolinha de mestre-sala e porta-bandeira, a fim de juntos dançarem carregando o maior símbolo de sua agremiação."
Escrevo ao vivo, de Anízio Vianna
Os poemas criados para o projeto-blog “Escrevo ao vivo” se constituem nos textos (re)escritos para o livro homônimo e que já está disponível para o público leitor.
Elisa Pereira
A poesia tem sido historicamente veículo da resistência negra posta em versos e rimas. No século XXI, figura como vigoroso espaço não só de experimentação estética, mas também veículo de vozes negras femininas empenhadas em tomar a palavra para nela inscrever suas inquietações e questionamentos. É precisamente o que nos apresenta Elisa Pereira, em Memórias da pele, seu vigoroso livro de estreia.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Conceiçao Evaristo em Porto Alegre
Ontem, dia 09 de novembro, Porto Alegre recebeu uma das maiores escritoras brasileira, a mineira Conceiçao Evaristo. A escritora foi recebida por um grande e quente público no Centro Cultural Erico Verissimo.
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Qual melhor presente para o Dia das Crianças do que contos de fadas com a nossa realidade?
A magia dos clássicos não tem fronteiras! Conheça “Rapunzel e o Quibungo”, “Joãozinho e Maria”, “Afra e os três Lobos-guarás” e “Cinderela e Chico Rei”, histórias tradicionais recontadas de um jeito bem brasileiro.
Duas adaptações incríveis de Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho, com ilustrações de Walter Lara!
“Afra e os três Lobos-guarás” e “Cinderela e Chico Rei” recontam de um jeito bem brasileiro esses clássicos da literatura.
E se a Rapunzel tivesse nascido na Bahia e fosse uma menina negra? E se Joãozinho e Maria fossem crianças da Serra da Mantiqueira?
Duas adaptações de Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho, com ilustrações de Walter Lara, “Rapunzel e o Quibungo” e “Joãozinho e Maria” mantém o encantamento dessas histórias famosas com algumas mudanças que nos fazem viajar pelas páginas!
FONTE: Mazza Edições
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Conceição Evaristo na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre
Estou muito feliz porque um dos principais nomes da
literatura contemporânea brasileira, a mineira Conceição Evaristo já tem
agenda confirmada na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre. No dia 8 de novembro,
às 18h, no Teatro Carlos Urbim, participa da mesa redonda “Conceição Evaristo:
a palavra como herança”, com Priscila Pasko, editora do blog Veredas,
iniciativa condecorada com o troféu Amigo do Livro pela Câmara Rio-Grandense do
Livro em abril de 2017, e o professor convidado da UFRGS Luiz Maurício Azevedo.
Os porto-alegrenses terão a honra de receber essa escritora maravilhosa!
domingo, 6 de agosto de 2017
domingo, 26 de março de 2017
Sincretismo Religioso na Festa de Nossa Senhora das Águas em Canoas!
Escrevi este artigo para a Revista Memória e Linguagens Culturais - do Programa de Pós-graduação da UNILASALLE.
confira no link abaixo:
CONSTRUÇÕES DA MEMÓRIA GERACIONAL NA LITERATURA AFROBRASILEIRA: DOIS EXEMPLOS
Escrevi este artigo com a querida Zilá Bernad, confira no link abaixo.
Resumo: Este texto apresenta a ocorrência da memória geracional na literatura afro-brasileira atual. Discute dois exemplos: o primeiro em prosa e o segundo sob a forma de poema. Neles, emerge a memória geracional que se caracteriza pela transmissão da memória familiar ou parental de uma geração à outra, com a intenção de que a memória dos ancestrais venha a constituir-se no núcleo duro sobre o qual poderão ser reconstruídas as memórias individual e coletiva dos afro-brasileiros.
Palavras-chave: memória geracional; literatura afro-brasileira; memória individual; memória coletiva.
http://www.unilasalle.edu.br//public/media/4/files/anais_3_jornadas_final.pdf
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
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